segunda-feira, 17 de agosto de 2009

A DIMENSÃO PROFÉTICA DA MISSÃO

Caio César Marçal

miseria humana

Sempre que olhamos para a vida dos profetas, notamos sua capacidade de entender os desafios de sua geração e ser canal de Deus para a integral revelação das estruturas corrompidas pelo pecado humano, anunciando a Verdade e Justiça do Reino de Deus.

O profeta era a consciência moral de sua geração, e com tenacidade e coragem, expunha os "pontos de vista" de Deus e lembrando continuamente da vontade de Dele para a nação e desafiava o povo para que vivesse além de uma vida religiosa estéril, medíocre e hipócrita. Seu viver de excelência e compromisso com o Senhor era fruto de um coração sensível, capaz de sentir os gemidos de Deus ante os descaminhos dos homens.

Sonhamos em nossos dias com uma vida cristã autêntica e desejamos uma espiritualidade apaixonada, porém sadia e transformadora, onde a plena vontade de Deus é entendida e obedecida, assim como faziam os profetas. Como isso acontecerá se fechamos os nossos olhos para os problemas de nosso mundo? 

Restaurar a dimensão profética da Missão significa reaprender a olhar as tudo a partir da ótica do Pai celeste e a quebrantar-se com aquilo que quebranta o coração de Deus. Numa época de religiosidade individualista, hedonista e insensível, somos chamados a olhar para os que estão desconectados por esse sistema corrupto e ser voz em favor dos que estão excluídos pela ganância dos homens. Para tanto, é necessário sensibilizar-se ante a dor e o sofrimento humano gerado pelas estruturas apodrecidas pelo pecado. A Missão exige que você e eu levantemos nossas vozes por justiça: "Abra a sua boca, julgue com justiça, defenda o pobre e o indigente". Provérbios 31:9

O testemunho cristão verdadeiro é aquele que sai do discurso e se faz em atos que promovam a dignidade de toda mulher e homem. O profeta Jeremias nos mostra que a prova que conhecemos a Deus é o fato de sermos instrumentos de justiça e misericórdia.  "Julgou a causa do aflito e do necessitado, e por isso lhe sucedeu bem. Não é isso que significa conhecer-me? Diz o Senhor" – Jeremias 22:16.

A Rede Fale é um movimento de jovens, homens e mulheres que juntos oram e se manifestam em favor da justiça, desenvolvendo atividades que visam conscientizar e promover os valores do Reino de Deus no Brasil e no mundo, com especial atenção para os aspectos econômicos e seus efeitos na desigualdade e na ampliação da miséria através de campanhas temáticas. Entendemos que devemos assumir nossa vocação em favor daqueles que não podem se defender.

O que que Deus deseja de você? "E que o Senhor pede de você? Pratique a justiça e ame a misericórdia e ande humildemente com Deus" Miquéias 6:8.

Caio Marçal é Sec. de Mobilização da Rede FALE  E-mail: caioabu@gmail.com

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

O Pessoal do Alpendre

Iago Araújo é estudante de Psicologia, mora no Ceará e seu maiorIago.    sonho é ser pastor. Leva a vida com alegria e preza pelos amigos que tem. Gosta muito de escrever sobre relações humanas e Ética, procurando falar com simplicidade e criatividade.  Escreve também no juvenil blog dos JOvens Betesda. Está na Betesda  desde  2002, sendo que começou na Betesda de Sobral-Ce e atualmente está na Betesda do Joaquim Távora, Fortaleza, onde lidera um pequeno grupo de adolescentes.

Gosta de ouvir: Hillsong, Hillsong United, Lucas Souza, Los Hermanos, Raiz Coral, Nando Reis e Marisa Monte, Lenine.
Gosta de ler: Brian McLaren, Martin Buber, Carl Rogers, Philip Yancey, Elienai Cabral Jr. …
Gosta de comer e beber: uma pizzazinha de leve com os amigos e bom suco!
Links: Orkut, Twitter, email

Wendel Cavalcante é professor de História e wendelatualmente trabalha  com Ciência & Tecnologia. Às vezes parece ser um pouco desligado, mas na verdade é desprendido. Se considera um eterno aprendiz e canta que “a vida é bonita, é bonita e é bonita”. Resolveu garimpar nas suas agendas alguns momentos e experiências do seu cotidiano e compartilhá-los no blog ESTRADA SOU. Também coopera no blog dos JOvens Betesda.

Gosta de ouvir: Bob Marley, Raul Seixas, Luiz Gonzaga, Dr. Zeh, e de tudo um pouco.
Gosta de ler: Patativa do Assaré, Literatura de Cordel, Rubem Alves, Umberto Eco, Jostein Gaarder, Antoine de Saint-Exupéry e por aí vai.
Gosta de comer: Baião de dois com pargo frito, farofa e macaxeira frita, caranguejo e as tapiocas da Princesa. Recomenda o Chopp de Vinho do Bixiga, no Dragão do Mar, em Fortaleza.

 

Também tem:

image Caio Cézar Marçal

marcio2 Márcio Cardoso

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Perder-Achar-Celebrar



Semana passada estava conversando com um amigo pela internet enquanto terminava um trabalho pendente. Já era quase meia noite. E um texto que escolhi para meditar, enquanto fazia um balanço do meu dia, foi o de Lucas 15. Resolvi, então, compartilhar o texto para que ele também pudesse refletir. O interessante foi que ele me respondeu dizendo que não concordava com o desfecho da parábola do filho pródigo e nem sabia por que essas histórias estavam lá registradas. Fiquei de conversar com ele depois, uma vez que ele me deixou curioso com sua discordância.
E foi nessa noite, que inclusive custei a dormir, que a parábola da dracma perdida ficou martelando na minha mente, que transcrevo do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas, capítulo 15. 8-10:
“Ou qual a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma dracma, não acende a candeia, e varre a casa, e busca com diligência até a achar? E achando-a, convoca as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque já achei a dracma perdida. Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.”
E para quem não sabe, uma dracma era o equivalente ao pagamento de um dia de trabalho naquela época. Portanto, algo muito valioso.

Aí fiquei a me perguntar: quantas coisas valiosas não tenho perdido?

Mas essa mulher nos ensina a não ficarmos parados e nos chama para a ação: acender a candeia, varrer a casa, procurar até achar e celebrar.

É gratificante quando encontramos, resgatamos, achamos... algo que estava perdido nas nossas vidas! Tenho aprendido a resignificar, inclusive, o valor do trabalho, do tempo, dos relacionamentos!

Quando analisamos a situação pelo paradigma do perde-ganha, o medo, a ansiedade, a desconfiança, a insegurança, a dúvida nos rodeiam e assim titubeamos em deixar as noventa e nove ovelhas, ou as outras nove dracmas, ou um dos dois filhos ou ainda outras coisas, seja qual for o universo, para ir em busca do que, também, é valioso, precioso, singular.

Como você tem lidado com suas experiências de perder-achar-celebrar? Qual é a sua dracma perdida?

Vamos lá! Acenda a luz na sua vida! Faste a mobília, retire os tapetes e cortinas! E não se esqueça de varrer e procurar até achar “sua dracma”!

Da última vez que celebrei teve até churrasquinho e a companhia do Iago, Anderson, Camila, Diego Bombom, Lucas, Filipe e Paulinho Brasil! Heheheheheh!!!!

Um grande abraço!

Wendel Cavalcante.

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